domingo, 22 de novembro de 2015
Meia Maratona Évora Monumental - 22.11.2015
Meia Maratona Évora Monumental - 22.11.2015
Dorsal 1518; tempo oficial 01.46.32, Chip: 01.46.15; classificação: 387º/938; género- 387º, categoria- 26º.
Emoçõees: dava para escrever um livro.
Redemoinho de emoções, rever as muralhas, o jardim, as ruas, as arcadas, a Praça do Giraldo; o Hotel fica na Rua que liga a Praça do Giraldo à Sé; o recepcionista do hotel (Carlos Moura) conhece o Jorge Mateus e de outras pessoas do seminário de Évora onde ele foi aluno desde 1966.
O serão, de uma noite gelada, foi desagradável pois a derrota do Benfica com o Sporting para a Taça de Portugal foi difícil de digerir; porém, o golo aos 112 minutos tornou-se objectivo a atingir: acabar a meia maratona antes dos 112 minutos.
De manhã, o sol era agradável mas a aragem estava mais que gelada; ainda fui fazer “a volta dos tristes” e mirar o templo de Diana antes da corrida.
Na prova: boa disposição e público simpático.
Procurei seguir com calma (fiz o 1º KM em 5,26), comecei na companhia de um senhor mais idoso, depois passou o “Caseiro” que tinha visto na MMNazaré mas ia num ritmo mais intenso e deixei-o ir (no fival chegou apenas 18 s à minha frente, porque é que eu não fui com ele ou não o vi na subida?); depois acabei por seguir com um casal esperando que o outro companheiro seguisse mas ele ficou para trás; entretanto, na zona do vento de frente protegi-me colocando-me atrás de um grupo de mais altos; consegui tomar o gel aos dez Kms como se tinha obrigado e foi fácil, vamos ver se daqui para a frente isto se torna normal; a certa altura, passou um senhor mais pesado mais ou menos da minha idade e eu decidi fazer um esforço para acompanhá-lo, foi difícil mas não fiquei para trás (pensava que ele era a minha passadeira a marcar os 12 Kms/hora); depois (lá pelo km 16/17) “apareceu” mais à frente uma senhora com equipamento lilás que marquei como referência a atingir continuando a acompanhar o “pesado “ sem o largar e seguindo a ideia de que era capaz e mais valia colar agora do que esforçar no sprint; ao Km 18 o pesado colou à senhora e eu fiquei a 3-4 metros, senti que já estava a situação controlada; depois da curva para a subida final encostei e comecei a preparar o arranque; a meio da subida descolei e arranquei, na curva final, mais ou menos a 200 metros da meta disparei o sprint e lá fui eu ultrapassando mais de uma dúzia de atletas e terminando num sprint vigoroso num tempo que eu não imaginava conseguir.
No fim não estava tão estourado como na Nazaré.
Curiosa entrevista, no final, para a Revista de Atletismo (Manuel Sequeira: fez 2H01.49, dorsal 1991).
Não encontrei a Sílvia Saraiva que disse que ia correr os 10 Kms; à hora do almoço o Rui Tavares, com mais 3 amigos do Algarve, foi ter ao Tik Tak onde estava a almoçar; foi agradável o almoço.
Antes de sair de Évora ainda fui a casa da Dona Rosa, como disse o senhor que lá encontrei “já não está entre nós há cerca de um ano e meio”, e eu pensei “já está em liberdade, sem a prisão e as limitações de um corpo”; despedida de Évora com emoção forte.
Viagem de regresso calma com chuva a partir de Santarém.
Venha a próxima!!!
Talvez Lisboa…
http://runningwonders.com/classificacoes_evora/classificacoes_geral_meia_maratona.php
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