sábado, 11 de dezembro de 2010
domingo, 5 de dezembro de 2010
25ª Meia Maratona de Lisboa
Hoje:
Tempo excelente, o novo percurso é muito agradável, pessoas simpáticas e organização eficiente.
Foi uma experiência muito interessante.
Pela primeira vez, pensei em desistir antes de começar a prova.
Não percebi muito bem porquê; se era receio do frio, da chuva ou da, eventual, dificuldade física; ou talvez o "complexo Almeirim".
No concreto alcatrão, acabou por correr muito bem (talvez graças ao esforço de hidratação e de alimentação bem como ao respeito pelo corpo e pela noção da capacidade de reacção efectiva).
Posso considerar uma Vitória: superei todos os tempos anteriores de Lisboa, senti-me muito bem e no final apareceu, ainda mais fore, o desejo de me inscrever para a próxima (sem esquecer o desafio daquele senhor italiano para correr a de Roma).
Além disso, foi uma homenagem a duas pessoas que muito admiro: uma para quem preparei a camisola para fazer a corrida da liberdade e outra devido a cuja infelicidade não pude participar naquela prova. Guardo o muito que aprendi com essas pessoas e o quanto elas pesam na minha vida; ficarei para sempre grato a gente de tamanho Calibre.
Foi o meu melhor tempo, depois do Douro Vinhateiro, consegui ficar abaixo dos 50 minutos para além da hora.
Cronómetro: à volta de 1h46m.
Tempo excelente, o novo percurso é muito agradável, pessoas simpáticas e organização eficiente.
Foi uma experiência muito interessante.
Pela primeira vez, pensei em desistir antes de começar a prova.
Não percebi muito bem porquê; se era receio do frio, da chuva ou da, eventual, dificuldade física; ou talvez o "complexo Almeirim".
No concreto alcatrão, acabou por correr muito bem (talvez graças ao esforço de hidratação e de alimentação bem como ao respeito pelo corpo e pela noção da capacidade de reacção efectiva).
Posso considerar uma Vitória: superei todos os tempos anteriores de Lisboa, senti-me muito bem e no final apareceu, ainda mais fore, o desejo de me inscrever para a próxima (sem esquecer o desafio daquele senhor italiano para correr a de Roma).
Além disso, foi uma homenagem a duas pessoas que muito admiro: uma para quem preparei a camisola para fazer a corrida da liberdade e outra devido a cuja infelicidade não pude participar naquela prova. Guardo o muito que aprendi com essas pessoas e o quanto elas pesam na minha vida; ficarei para sempre grato a gente de tamanho Calibre.
Foi o meu melhor tempo, depois do Douro Vinhateiro, consegui ficar abaixo dos 50 minutos para além da hora.
Cronómetro: à volta de 1h46m.
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